O dilema da Linha Imperial
O Sr. Armando quer investir $500 mil em máquinas para uma nova linha. Seu papel é separar o que de fato muda o caixa da firma, testar se o projeto cria valor e mostrar em que condições ele pode ficar viável.
Dados do enunciado
“Já gastamos $200 mil no estudo do projeto. Funcionários antigos, $120 mil por ano, vão tocar a linha. Cuidado com canibalização de $75 mil e com o galpão que poderia ser alugado por $50 mil por ano.”
Seu trabalho não é só calcular, é impedir que o conselho aprove um projeto ruim com cara de projeto bom.
A separar sunk cost, custo alocado, canibalização, custo de oportunidade e capital de giro.
Melhorar um VPL no grito, sem mostrar o custo real de expandir produção ou mexer nos prazos.
Tomar uma decisão coerente e defendê-la para o Sr. Armando sem fraude matemática.
Modo Axioma
Você pode errar. Melhor ainda, deve errar aqui. O simulador responde na hora e mostra por que a escolha sedutora pode estar economicamente errada.
Ponto cego operacional
Volume maior pode salvar o VPL, mas não de graça. Hora extra, turno noturno, manutenção e mini expansão entram na conta.
1. Fluxos relevantes
Escolhas do analista2. Premissas operacionais e financeiras
Acima de 1.800 entra hora extra. Acima de 2.200 entra turno noturno. Acima de 2.600 já tem cheiro de mini expansão.
3. Como mexer nos prazos sem magia
4. Incerteza da simulação
Agora o Monte Carlo parou de fingir que só a demanda tem risco. Aleluia financeira.
Fluxo de caixa incremental detalhado
| Linha | Ano 0 | Anos 1 a 4 | Ano 5 | PV no WACC atual |
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